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Energia solar residencial: por que é paga a taxa mínima de energia?
Energia Solar Residencial

Energia solar residencial: por que é paga a taxa mínima de energia?

A energia solar residencial está em constante crescimento no Brasil devido aos diversos benefícios gerados para os consumidores. 

No entanto, mesmo com a implantação do sistema fotovoltaico, ainda é paga uma taxa à rede distribuidora de energia.

Por isso, é importante entender todas as vantagens provocadas pela energia solar, como está o cenário do setor e como funciona essa taxa mínima de energia.

Leia também: Como economizar energia elétrica residencial: 5 passos para cuidar de eletrodomésticos

Mercado de energia solar no Brasil

Antes de mais nada, vale destacar que o mercado brasileiro de energia solar se mantém em alta. Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil ultrapassou, em 2020, a marca histórica de 6 gigawatts (GW) de potência operacional de energia fotovoltaica. 

Isso engloba as instalações de usinas de grande porte e de pequenos e médios sistemas em telhados e terrenos, mesmo em tempos de crise por causa do coronavírus.

Além do mais, de acordo com estudo da Greener, a geração de energia solar distribuída apresenta maior tendência de crescimento neste segundo semestre com a desaceleração da pandemia.

Outro aspecto importante da energia solar residencial diz respeito à queda nos preços do sistema fotovoltaico. No levantamento da Greener, os equipamentos para os projetos residenciais ficaram 50,45% mais baratos desde 2017. 

Economia de 95% na conta de energia elétrica

Com esses dados, fica clara a importância e a expansão da energia solar residencial no Brasil. Os pontos positivos da adesão à tecnologia estão associados aos benefícios econômicos, sustentáveis e fiscais, com a isenção de determinados impostos.

No caso da redução de custos na conta de energia elétrica, o preço pode ficar até 95% mais barato. Isso porque a geração de energia solar on grid, conectado à rede elétrica, aproveita toda a luz do Sol para converter a energia em corrente elétrica e distribuir para os equipamentos elétricos e sistema de iluminação do imóvel.

Dessa forma, toda a energia solar produzida é utilizada internamente e a propriedade diminui o consumo de energia elétrica proveniente das fornecedoras. E tem mais: no caso de haver excedente de energia, ela é inserida na rede da distribuidora, gerando créditos na conta.

Então, você pode se perguntar: mas por que não é possível economizar 100% da conta com a energia solar residencial? A questão aqui é que existe uma taxa mínima de energia paga à concessionária, como mencionamos logo no início do texto, e vamos explicar um pouco melhor sobre ela.

Saiba mais: Como a utilização de energia solar garante benefícios fiscais para os consumidores

O que é a taxa mínima de energia?

Essa taxa é regulamentada pela Resolução nº 414 da Aneel. Trata-se do valor cobrado pela fornecedora para disponibilizar a eletricidade nos imóveis. Até, por isso, esta taxa também é chamada de custo de disponibilidade.

Este valor envolve todos os custos relacionados à infraestrutura elétrica para oferecer a eletricidade aos moradores, mesmo que não haja consumo internamente. Ou seja, você tem obrigatoriamente que arcar com o custo apenas por ter uma fonte de energia disponível.

Vale destacar que esta taxa tem variação de valor a depender da cidade e de acordo com cada padrão de conexão (monofásico, bifásico ou trifásico), que é estabelecido pela própria distribuidora na ligação da energia. Vamos ver as diferenças:

  • Monofásico: consumidor paga a taxa mínima equivalente a 30 kWh;
  • Bifásico: equivalente a 50 kWh;
  • Trifásico: taxa de 100 kWh.

Por que a taxa é cobrada?

Como vimos, a taxa garante a disponibilidade da energia elétrica para os consumidores. Então, mesmo que a energia não seja usada, a ligação existe e as residências são cobradas por isso.

Então, você pode perguntar: por que não desligar a unidade consumidora da rede elétrica? Imagine só que a energia solar residencial usa o sistema fotovoltaico on grid, que é conectado à rede. 

Portanto, é importante manter o fornecimento ativo para o consumo de energia à noite, quando não é gerada energia solar, e para imprevistos, como problemas no sistema fotovoltaico que afetem a produção de energia.

E, no final, a concessionária de energia acaba sendo útil, já que os excedentes que viram créditos na fatura são válidos por 60 meses. Então, eles podem ser usados por muito tempo como descontos na conta.

Leia também: O que é energia solar e diferenças para o aquecimento solar?

Mais vantagens da energia solar residencial

Apesar do pagamento da tarifa mínima, ter até 95% de economia na conta com a energia solar residencial já é uma bela vantagem, não é mesmo? Mas o sistema fotovoltaico proporciona ainda mais benefícios. Veja os principais:

  • Proteção contra o aumento de impostos e tarifas de energia;
  • Retorno do investimento em média em 6 anos;
  • Durabilidade de pelo menos 25 anos do kit de energia solar;
  • Fácil limpeza e manutenção;
  • Zero emissão de poluentes e zero barulho;
  • Fonte de energia limpa e inesgotável;
  • Valorização do imóvel com a tecnologia fotovoltaica;
  • Possibilidade de usar linhas de financiamento na aquisição.

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